quarta-feira, 16 de março de 2011

Manowar - Battle Hymns


O álbum Battle Hymns, lançado em 1982 pela banda Manowar foi um dos mais votados pelos metalcólatras.


The Trooper
3 Não sei se nessa época (do lançamento do primeiro álbum) a banda já achava que ao usar tangas de couro, puxar ferro e carregar espadas eles seriam guerreiros épicos, mas tenho a impressão de que eles se imaginavam apenas músicos. Embora as letras medievais (somada as narrações de Orson Welles) já passassem o clima épico, a musicalidade estava bem mais próxima ao heavy metal tradicional, o que faz desse trabalho, um dos melhores do Manowar na minha opinião (ainda não sei ao certo se este ou Louder Than Hell é o melhor). Não posso entretanto discutir toda a carreira do Manowar, pois não ouvi toda a discografia, me lembro de ter ouvido Battle Hymns, Hail to England (o desgosto por este trabalho ficou marcado em minha mente) e Louder Than Hell. Tenho quase certeza de que ouvi ao menos mais 2 álbuns deles, mas nenhuma música ficou gravada na minha memória, com exceção de algumas músicas que ouvi em avulso. Portanto tentarei me ater ao álbum: ótimo trabalho, talvez a primeira faixa Death Zone seja a mais fraca (claro que Willian's Tale não pode ser levada a sério), o restante do álbum é muito bom, com destaque para Metal Daze (que inspirou muitas rodas em nossos churrascos e festas O.o) e obviamente, Battle Hymn que fecha o álbum com chave de ouro.

NOTA: \m/\m/\m/\m/


Phantom Lord
Manowar de volta ao blog... Battle Hymns é o 3º álbum que escutei deles, depois do pífio Hail to England e do ótimo Louder Than Hell.

Com uma sonoridade rústica e produção simples, este trabalho do Manowar mostra que é possível fazer um bom heavy metal sem firulas. Praticamente todas músicas são niveladas (não há pontos fracos em Battle Hymns) e possuem letras do estilo clichê de heavy metal (talvez algumas pareçam exageradas, mas já servem pra determinar o estilo da banda). Acredito que o “feeling” e a criatividade sejam as principais características deste álbum, apesar das letras óbvias, é difícil encontrar trabalhos feitos no começo dos anos 80 com sonoridade similar ao Battle Hymns.
Não creio que exista "destaques" neste disco, pois como já citei, as músicas estão em um mesmo nível, porém minhas favoritas são Metal Daze, Fast Taker e Battle Hymn.
Nota: 8,9.



Pirikitus Infernalis



Mais um cd da galerinha Tanga Metal do Manowar cai no Tanga Blog dos Metalcólatras. Battle Hymns foi o primeiro cd da banda, em um tempo onde eles sabiam fazer música de muita qualidade aliada a mitologia, sem cair nos exageros esdrúxulos que faz muita gente ter vergonha de dizer que é fã dos caras.

Battle Hymns é o primeiro cd da banda, e o terceiro melhor na minha opinião ficando atrás de Louder e Kings of Metal. Esse cd demonstrou que os caras, apesar do visual ridículo, sabiam fazer música boa. Esse cd aliás, foge um pouco do conceito do Manowar se você analisar todos os CDs. As 4 primeiras músicas são rockzinhos anos 80 misturado com metal.

A partir da quinta música, a banda volta ao seu estilo mais característico, um heavy tradicional com letras medievais ou motocicletas. A música Manowar tornou um dos hinos da banda (e é uma das poucas músicas do Manowar que o baterista “trabalha”). William’s Tale é uma instrumental de baixo muito boa. Dark Avenger e Battle Hymns simbolizam o estereótipo Manowar de fazer música, ou melhor, hinos de batalha.

Eu nunca consegui desvencilhar a música Battle Hymns das jogatinas de ad&d que rolavam entre os metalcólatras e esse é um dos principais motivos desse cd estar nesse blog como um dos melhores. Os Metalcólatras sempre adoraram jogos medievais diversos e dificilmente existirá uma trilha sonora melhor para tais fins.

Meu top 3 vai para Metal Daze, Manowar e Battle Hymns. O ponto fraco fica pela faixa de abertura Death Tone. Outra coisa que chama atenção é o vocal de Eric Adams, o cara canta muito e rola na lomba de quem não gosta.

“I hear the sound in a metal way

I feel the power rolling off the stage

Cause only one thing really sets me free
Heavy Metal, loud as it can be”


Metal Mercante
Uma vez pedi ao meu avô que me contasse uma história, não uma daquelas histórias que se encontra em livros de história, mas sim uma história de verdade.
Disse ele então que iria me contar sobre o segredo do Metal...

...Foi na Inglaterra, no final dos anos 70 / começo dos 80 que começou um movimento de “repaginação” do Metal, onde as bandas diminuíram as influências de blues e rock progressivo presentes nas primeiras manifestações do Metal para dar um toque mais pesado para a música.

Porém, foi somente em 1982 que quatro cavaleiros nascidos do vento negro, fogo e aço e banhados no sangue dos reis fizeram sua primeira aparição para o mundo. Tocando um novo tipo de som, mais alto que o inferno e de uma qualidade tão alta, como se os próprios deuses tivessem descido a terra para compor. Conhecedores do segredo do aço os quatro cavaleiros eram os únicos capazes neste mundo de tocar o Verdadeiro Metal e todos os outros que o tentassem eram automaticamente transformados em fracotes e posers e convidados a se retirar dos aposentos.

Assim nasce o Manowar, nascido para viver para todo o sempre, com o seu primeiro CD – Battle Hymns onde os cavaleiros gravaram para a eternidade suas sábias palavras e a vontade dos Deuses traduzidas em simples acordes que vão ecoar nos corações dos soldados do exército dos imortais até o fim dos tempos, até o dia em que as Valquírias vierem pegar nossos corpos no campo de batalha para nos encontrarmos com os Deuses.

Esse CD foi tão importante para a história da humanidade que ele foi capaz de dar forças as pessoas para que superassem as crises da década perdida, praticamente sozinho venceu o Comunismo na União soviética e forçou um avanço tecnológico sem precedentes de forma que somente em 2010 atingimos um grau de sofisticação suficiente para que os quatro cavaleiros (na verdade três cavaleiros e um amigo deles – um outro cavaleiro) voltassem ao estúdio e regravassem Battle Hymns atingindo o potencial máximo desejado pelos Deuses para uma tão magnificente obra de arte.



Nunca na história da humanidade uma banda se juntou depois de tantos anos para regravar uma de suas obras, mas também nunca na história da humanidade uma outra banda foi Manowar...

Nota: ∞



The Magician
Battle Hymns é uma grande obra em uma época de grandes obras.
Era uma época áurea, da mainstream que favorecia a criatividade dos então jovens metaleiros. No caso específico do Manowar há de se respeitar a origem da banda, idealizada por Joe De Maio e ninguém menos de que Ronnie James Dio, que abandonou o projeto quando foi chamado por Iommi para cantar no Sabbath.
Recentemente meu amigo Metalcólatra Mercante nos apresentou a versão reeditada / remasterizada / recantada / retocada /remodelada /re /re /re /re / blábláblá do clássico álbum BattleHymns, e não pude evitar de me mostrar receoso.
Embora após ter ouvido e aprovado este relançamento, ainda acho que grande parte da riqueza do release original está em sua natureza crua e única no que diz respeito à produção. O som é confuso, a produção é tosca, Eric (que já se mostrava com grande potencial) às vezes desafina, existem muitas passagens com ressonância de notas e ainda por cima há a velha lenda de que gravaram uma boa parte do álbum quando estavam bêbados.
A mistura desses ingredientes indigestos em um caldeirão, no entanto produziu verdadeiras iguarias para os metaleiros famintos da época. Todas as músicas são empolgantes, extremamente originais e muito bem contextualizadas, com exceção de “Dark Avenger” que ainda assim tem o “seu motivo de ser” dentro deste trabalho.
A melhor música é a faixa título, mas nada como Metal Daze para um quebra-quebra ou para insandecer as pessoas (nota mental para o grito hilário de breaco de Eric Adams em uma das passagens do riff principal).
Mas cabe uma crítica:
Olhando para trás e apreciando essa obra de arte vislumbramos mais uma decadência de um gigante o Heavy Metal; os integrantes se perderam e perderam o foco, se preocupando boa parte do resto de suas carreiras em idolatrias à motos e a roncos de motor, produzindo alguns views onde eram protagonistas de “semi-orgias” com vadias-motoqueiras ou groupies, e assim, então caíram e se afundaram nos tortuosos caminhos do poserismo.
E ultimamente fizeram papelão com os próprios fãs, como a irrisória última apresentação da banda em São Paulo, onde não tocaram nenhum clássico revoltando até seus mais fanáticos seguidores...
Por essas e outras, para muitos, a banda virou motivo de risos (links no final).
Mas ainda espero ansioso, um último grande ato dos guerreiros do Manowar antes do final.
Hail and Kill!
http://www.youtube.com/watch?v=ABqEVXXEZ8U
http://www.youtube.com/watch?v=3RjMByCPVLs (“Manowar….. I don’t know why…hahahh”)
http://www.youtube.com/watch?v=Kawh6mZa1Vk



Julião
Lá vamos nós falar de MANOWAR!! Eu sempre gosto de avaliar o primeiro album das minhas bandas favoritas para tentar entender qual é/era a proposta inicial da banda. Fiz isso com Led, Sabbath, Ozzy, Metallica, Beatles, etc...
Fazendo isso achei algo em comum entre elas: todas bandas(Ozzy é carreira solo, mas o primeiro album dele está nesse contexto) foram bem claras e diretas quanto ao que queriam. Não tiveram medo, mesmo tocando algo diferente do que se tocava no momento, ou algo mais pesado. O indiscutível é que fizeram de seus primeiros albuns algo excelente e marcante.
Agora vamos voltar ao album do Manowar em questão. O mínimo que podemos falar de uma banda que começa assim é que a banda é fantástica e o album também. Podem falar que os caras são posers, usam tanga de couro, seguram espadas e se acham fortões, mas ..
É ISSO QUE ELES SÂO !!! Eles fazem do heavy metal um estilo não só musical, mas um estilo de vida, que pode parecer ridículo para alguns, mas que se formos perguntados sobre qual a banda que mais leva o heavy metal a sério, responderemos Manowar. Exagero? como tudo no Manowar.
Falei, falei, falei e não disse nada né ? rs
Então deixarei, minhas últimas palavras: Metal Daze, Manowar e Battle Hymns.
Deixem que os Deuses do Metal falem por sí.





Venâncio
O que falar dessa obra? Não é o melhor do Manowar (Louder then Hell é melhor), mas com certeza não é o pior... Em verdade eu diria ser o segundo melhor álbum da banda, mesmo com algumas de suas musicas serem superiores as do Louder individualmente.

A obra em si demonstra a busca de estilo da banda, aqui temos em linhas gerais como será definido o futuro desta grande banda.

Creio que o mais importante para ser dito seja que aqui ainda não temos um HeavyMetal como aquele definido por outros integrantes deste tão singelo blog, mas sim apena um rock um pouco mais pesado e de muita qualidade, dito isso temos uma bem montada sequencia musical, uma leva a outra, sem muita quebra de ritmo, salvo a chegada de Williams Tale, a faixa instrumental, que me foi realmente surpreendente rivalizando com todas as musicas anteriores, principalmente Dark Avenger, trazendo um clima mas alegre e suave em contraste com a ira e o clima mais mórbido e vingativo trazido pela faixa anterior, preparando seu coração para o titulo do álbum que com certeza é uma obra de arte.

8 pitus e algumas rameiras.







O PENTELHO

Olha eu aqui postando no Battle Hymn, atrasado, mas é o que dizem, tarda mais não falha.
Bom este post será um pouco breve já que tudo o que eu tinha pra falar sobre Manowar eu falei no post do Louder.
O que posso dizer que eu não tenha dito??????
Posso dizer que na minha opinião(e caguei pra opinião dos outros) Manowar é ruim....muito ruim...e tem um motivo...Vocal.
Na boa se não fossem os gritos chatos, estridentes e porque não quengos, do vocalista, a banda seria bem melhor.
Mas tudo bem...quando eu disse que Manowar era 100% lixo me xingaram e eu reconheço que fui radical.
Manowar é 90% lixo, os 10% que são bons estão aqui no Battle Hymn, melhor album da banda na minha opinião. Destaco óbviamente a faixa título que é sem dúvida uma das grandes músicas mais tops do Metal.
Há também faixas como Fast Talker, Manowar, e Willian's Tell (que é só instrumento e é fantástica).
Bom citei essas pois são grandes músicas porém não tiro nem um pouco a "glória" das outras, mesmo tendo gritos estridentes e quengos neste album, digamos que ele é o que da pra ouvir e se divertir.
Mas ok, eu sou incoerente então finalizo meu post dizendo: "Manowar é uma merda mas Battle Hymn é bom...Chupem."

Hellraiser
3O primeiro album dos guerreiros trues do Metal é tambem para mim, e para vários outros, o melhor trabalho da banda, disparado. 

Não é a toa que, no Monsters of Rock de 2015, onde também se encontrava meu amigo Magician, os caras tocaram musicas de vários álbuns, pra despejar aos fãs um excelente repertório, porem apenas deste álbum, foram 3 musicas. 
´´Manowar´´, ´´Battle Hymn´´ e ´´Metal Daze´´. 
Claro que a ´´Dark Avenger´´ ainda caberia fácil, fácil também ! 

Quanto ao album, composições cruas, produção crua e faixas excelentes e diretas !!! 

O album não tem momento ruim, todas as faixas são muito bem feitas e reproduzidas. 

A banda veio com tudo neste primeiro álbum, ...se perdeu algumas vezes em outros álbuns, mas isso aqui nem vem ao caso. 

A épica ``Battle Hymn`` que ainda conta com a participação ilustre de Orson Whelles é magnífica !!!

Das já citadas, ainda podemos lembrar também de ``Death Tone``, ``Shell Shock`` e ``Fast Taker`` que em momento nenhum deixam a peteca cair. 

O melhor !!! 

Nota 8,8

18 comentários:

  1. Pensei numa coisa engraçada...no ano que este álbum foi lançado eu estava provavelmente abandonando minha tanga de algodão enquanto o Manowar assumia as de couro...
    lol

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  2. Battle Hymns atrás de Kings of Metal, Pirikitus?


    ... vou esperar o Kings of Metal aparecer aqui no blog.

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  3. "a banda volta ao seu estilo mais característico"

    Como é que a banda pode "voltar" ao seu estilo característico se este é o primeiro CD?

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  4. Acho q ele quis dizer "assume"... se a primeira faixa fosse Battle Hymn encaixaria...afinal ele se refere ao álbum e não a carreira da banda...

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  5. Toda vez que tem Manowar no blog atrapalha toda minha rotina...

    COMO É QUE VCS VÃO QUERER QUE EU ESCUTE CHROME DIVISION DEPOIS DE MANOWAR???

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  6. Ouve Chrome antes po...
    Tira uma dúvida: os deuses pediram pra eles usarem tangas de couro?
    p.s.: Pirikitus queria postar um álbum de uma banda chamada Headless Cross, mas ela acabou antes de lançar um. Para os curiosos, segue link com uma das músicas: http://br.myspace.com/headlesscrosstester

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  7. Phantom, prefiro sim cara. Lembro-me quando eu e o Julião colocamos pleasure slave para tocar em uma festa de uma menina lá no prédio rs.

    Magician, sobre os seus vídeos..manowar owned kkk. Realmente, fazer um show daqueles foi de perder todo o respeito. Não foi à toa que no final ficaram berrando "Maiden, Maiden" rsrs

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  8. Já que citaram a regravação do Battle Hymns...
    O maior uso de tons graves e/ou distorções para deixar as músicas mais pesadas até que funcionou em faixas como Dark Avenger e Battle Hymn. Porém (como era de se esperar) essa regravação não tem nem 50% do "feeling" da versão original do álbum. O resultado não ficou ruim, mas em grande parte do álbum, o vocal não transmite as mensagens como no original e parece tudo um tanto forçado.

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  9. O que me entristece são as críticas gratuitas ao Hail to English que, é o melhor cd do Manowar ! Não existe no mundo cd mais épico que esse. Falar que prefere outro, é aceitável, agora falar que Hail é ruim é coisa de EMO!!

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  10. Hail é ruim...muita pose, pouca música...mas a gente conversa de novo qdo esse álbum aparecer na "guerra de bandas".
    Uma dúvida: "a banda que mais leva o heavy metal a sério"? Ou eles fazem isso pra assumirem um lugar único no cenário e garantir seu dinheiro, ridicularizando o heavy metal no processo?

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  11. "ou eles fazem isso pra assumirem um lugar único no cenário e garantir seu dinheiro, ridicularizando o heavy metal no processo?"

    Como todas as outras bandas, meu amigo...

    Metaleiro bom é metaleiro morto...de fome!


    Um bom exemplo é o "Countdown to extinction" que postaram junto com o Battle Hymns, não ví ninguem reclamando que é um album mais comercial...

    ...Tá certo que não pode exagerar que nem o Metallica, mas a grande maioria das nossas bandas preferidas fez "alterações" na carreira por $$$. Helloween, Metallica, Megadeth, GraveDigger(ou só Digger), Ozzy etc...

    A diferença com o Manowar é que eles sempre foram assim...

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  12. A gente concordou em algo? (menos na parte do Metallica que eu acho que foi falta de criatividade mesmo)

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  13. Seu post ficou bastante explicativo Julião, entendi bem o que você quis dizer. Mas ainda acho que faltou criatividade em outros trabalhos, mesmo se mantendo na "proposta" deles.
    Mas uma coisa me causou estranheza no seu post...
    Você é fã de Metallica?????

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  14. huauauuau...éééé Pentelho, torço pra que você não tenha que ouvir Hail to England, aí sim vc vai saber o que é lixo...

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  15. Magician, fã de Metallica eu não diria que sou, mas gosto de muita coisa dos caras e inclusive fui ao show Metallica + Supultura !
    O primeiro album do Metallica é fantástico e não é por que existe uma disputa besta aquientre fãs de Manowar e Metallica que vou gostar menos ou criticar Metallica.
    Infelizmente hoje as duas bandas se parecem muito porque morreram depois de um album X.
    A diferença é que o Manowar fez um cd a mais antes de morrer!!! hehehehe
    Isso que vou escrever agora pode ser por eu dar preferência a Manowar, mas acredito mais na volta do Manowar do que do Metallica. Pra mim Manowar perdeu apenas a inspiração e não o rumo.
    Agora Pentelho, que papelão hein? palavras de baixo calão, frases incoerentes de crítica gratuita a um cd que você mesmo diz ter gostado. No bom português: "Você me mata de vergonha". Ficou claro que ferimos seu sentimento naquela corrente de emails onde discutimos sua falta de coerência nos argumentos, mas não precisava ter trazido isso pro blog.
    Como bardo do grupo vou me esforçar para elevar seu moral e deixar está história de ser incoerente para trás.

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  16. Demorei 20 anos para conseguir esse album e escutá-lo na íntegra! Quando finalmente o consegui..............quanta decepção! Produção fraca, guitarras soterradas pela bateria na maior parte do tempo, e o baixo irritante do DeMayo atravessando tudo e fodendo musicas que até poderiam ter ficado legais, não fossem esses "pormenores"! Louder Than Hell e Triumph Of Steel esmagam "de boas" esse clássico de araque!

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  17. O melhor album da banda, disparado !!!!
    seguido, de longe, por Louder than Hell e pelo Fighting the World

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