sábado, 13 de novembro de 2010

Twisted Sister - Come Out And Play


O álbum Come Out and Play (lançado em 1985) da banda Twisted Sister foi escolhido por Venâncio, para análise e comentários...


Phantom Lord
Não conheço muitos álbuns do Twisted Sister, pois escutei apenas o Stay Hungry e o Come Out and Play (este último apresentado por Venâncio) mas começarei comparando este dois cds:

Interessante como o Come Out and Play praticamente sem "hits" pode ser melhor de se ouvir do que o popular Stay Hungry que contém as "manjadíssimas" I Wanna Rock e We're Not Gonna Take It. Digo isso porque gosto muito destes dois hits do Stay Hungry, mas de resto, acho o Come Out and Play melhor (ou menos entediante).

Neste álbum, podemos ouvir uma sonoridade um pouco mais diferenciada: a maioria das músicas me pareceram pairar entre um Hard Rock típico dos anos 80 (com uma ou duas "farofas"), porém algumas se aproximam mais do Heavy Metal e outras do Rock n Roll mais das antigas (Be Chrool to Your Scuel com participação do "tio Alice"). Apesar desta variedade de sonoridade, não encontrei músicas com ritmo acelerado (talvez só a Kill or be Killed...), o que dá a impressão de que o Come Out and Play, como um todo, é meio paradão. Achei as músicas I Believe in Rock n Roll, Look Out for #1 e Kill or be Killed as mais interessantes do cd. Nota 6,8

Joe The Barbarian

Twisted Sister... eu não classificaria como Heavy Metal, mas não seria de total disperdício tecer alguns comentários sobre essa banda, na minha opinião, de Hard Rock, ou mais especificamente Glam Rock, o que seria mais uma das diversas ramificações do estilo, marcada por perucas, maquiagem, lycra e brilhinhos. Bom devemos voltar no tempo, para a época dos anos 80, onde coisas estranhas apareciam e ganhavam a mídia, e uma delas com certeza foi o Twisted Sister, o sujeito aparece na TV, com o saudoso clip de "We're not gonna take it", com a maquiagem bem forçada, tipo drag-queen (glam), cantando para uma juventude, até então, segundo o líder da banda Dee Snider, oprimida, sugerido que todos se rebelassem e fizessem aquilo que bem entendenssem, mostrando que seu visual, nada discreto, passava a seguinte mensagem: "Ei! Se eu sou assim, você pode ser de qualquer jeito!", como um verdadeiro soco na cara de moralistas e consevadores que achavam aquilo bizzaro e ofensivo. "Um bando de bixas roqueiras..." falaram, nem é preciso dizer que, ainda mais nos EUA, houveram protestos contra e a favor, que incendiaram as questões polêmicas sobre a censura e afins. Talvez essa tenha sido a maior contribuição do TS para o mundo do rock, que assim como o Heavy Metal, sofreu e sofre preconceitos diversos e não era incomum ver nos filmes dos anos 80 os bandidos, normalmente caracterizados como metaleiros, com roupas de couro, cabeludos, tatuados e etc... hoje restaram apenas os negros, hispânicos, amarelos (Korea, China, Japas) e atualmente os árabes e afins. Graças ao TS? Talvez sim, basta dizer que não foram poucas as brigas que a banda enfretou por todo os EUA, para se apresentar e ter seus vídeos divulgados. É acho que devíamos mais ao TS do que pensávamos.
Agora falando mais específicamente do álbum COAP, faixas bem variadas incluindo desde baladas como "I Believe in you", algumas pegadas mais pesadas como a faixa título e coisas interessantes como a faixa "Be Chrool to your Scuel", com a presença de alguns metais e piano, numa levada estilo anos 70, em todo o álbum algumas passagens bem pegajosas tanto na letra como nos riffs, sendo que o que mais me chama a atenção nas composições, são as letras cômicas com duplo sentido, muito inteligentes. Individualmente o instrumental é bem simples e modesto, mas bem bolado no conjunto da obra como um todo. Enfim eu recomendo para saudar os bons tempos de uma época que ficou para trás e é cada vez menos lembrada, porque talvez os jovens fossem realmente oprimidos, afinal, se houve mais falar dos anos 50, 60, 70 do que dos anos 80, que foi a época (para sujeitos da minha idade), onde começamos a escutar música e ver TV. Afinal quais são os anos dourados? Ou melhor, para quem? Até hoje se fazem filmes e programas baseados nos anos 50/60/70. Enfim, talvez isso seja material de discussão para outro lugar e tempo. Mas é fato, nossos pais sabiam engolir e desfrutar a cultura da época e, no entanto, não deixaram que seus filhos fizessem o mesmo. A nota se baseia mais pelo contexto e história. NOTA: 7,0

Kill, Crush n' Destroy...



The Trooper
3
Paradaço esse álbum, dá pra deixar de fundo. Se todas as músicas tivessem a pegada de Kill or Be Killed, seria bem melhor.









Metal Mercante


O CD que marcou a início da queda do Twisted Sister, depois de ouvi-lo ficou bem claro que existem coisas que nem deveriam ter “ascendido” primeiro lugar.
Twisted Sister é um erro, é um erro de um povo patético em uma era patética. Cantando músicas de protesto contra o sistema educacional, influenciando crianças e adolescentes desmiolados com musiquinhas pegajosas e fáceis de decorar (já que seu público alvo não eram as crianças mais inteligentes) eles até conseguiram gravar uma coisa ou outra que pudesse ser aproveitada, mas no conjunto da obra esse CD é uma merda.
Estamos hoje em 2010, 25 anos depois do lançamento de “Come out and play” e a pergunta que fica é:
1 – Você aceitaria um conselho sobre como comportar-se na escola do indivíduo abaixo?

The Magician

Primeiramente gostaria de parabenizar Venâncio. Quem o conhece jamais imaginaria que um “Berseker Dwarf” como ele um dia indicaria um álbum deste calibre.
Dito isso afirmo: Come Out and Play é um bom CD.
Sua proposta se encontra no Hard Rock, e aproveitando o ensejo, Glam = Hard Rock + batom + Meia Calça; sou defensor do Hard Rock. Acho que este estilo é o berço dos grandes guitarristas, e o coração de todo o Rock´n Roll. Nomes como Vai, Satriani, Page, e Van Halen, participaram efetivamente da criação dessa escola.
“COAP” (Come Out and Play) entretanto apresenta um “Hard cru”, pois as guitarras tendem à utilização de drives com menos reverbs (aquele som que da impressão de o guitarrista estar tocando em um salão vazio, característico desse estilo), que apenas aparecem nas linhas de solos.
Os “echoes” nos vocais claramente estancam as limitações de Snider, e acabam por colocar peso na sonoridade final.
Falando em peso, achei que “The Fire Still Burns” com seus refrãos em coro, cadenciados, é um puro Heavy Metal resultando no ponto mais alto do CD.
Além dela “Kill Or Be Killed” e “Out On The Streets” se destacam como ótimas músicas, enquanto a chatíssima “I Believe in You” e “Leader Of the Pack” são os pontos mais fracos de COAP.
Uma rápida abordagem filosófica:
A Música transcende, emociona, cativa..., é a linguagem universal. Permite mesmo quando há texto cantado, que o ouvinte insira suas experiências na música e a perceba de uma forma particular. Ela se comunica com indivíduo ao seu próprio modo.
Essa argumentação foi utilizada por Dee Snider no tribunal, em defesa contra a acusação de apologia à violência e à pornografia em suas composições, feita pelo PMRC (Parents Music Resource Center).
Ao taxarmos musicas pela aparência de seus locutores aleijamos o que de fato é o seu conteúdo.
Afinal você daria crédito ao que esses indivíduos possam pronunciar, dizer ou aconselhar?


Se não déssemos não seriamos os “metalcólatras”...







Dee Snider em 2008.




Treebeard
Hola, que tal? Bem, cá estamos nós para falarmos de mais um CD, porém desta vez, vamos analisar uma das bandas mais influentes do GLAM ROCK! Twisted Sister possui alguns clássicos que pegaram MUITO nos Anos 80, como " I wanna Rock " e " We're not gonna take it ". Foi uma grande banda que impulsionou o movimento GLAM, que seria aquele Hard Rock onde os integrantes da banda e seus respectivos fãs se vestem como travestis... Por alguns centimetros, eu diria que o Kiss não se encaixaria no GLAM, pois aquelas bota salto alto e batom, poderiam leva-los a este caminho, porém eles preferiram ser vistos de outras maneiras, até mesmo como os Cavalheiros do Satã...Enfim, falando sobre o "Come out and Play" diria que é um CD fraquinho do Twisted Sisters. A primeira faixa até que empolga bastante, porém as musicas em seguidas não te fazem balançar muito o esqueleto e cai num ritimo chato e sonolento. Não é um CD que irei escutar sempre, mas sei que em alguns dias de tédio, sem nada pra fazer e pra ouvir, ele pode cair bem como uma luva, ou caso voce esteja querendo dar aquela dormida depois de um almoço "ogro" ele é bom pra te fazer pegar no sono e dormir como uma criança!

\m/ Cheers Mates!





Pirikitus Infernalis


Comentando o cd que nosso querido amigo Venâncio indicou, me deparo com algo que meus ouvidos estão habituados a ouvir: Glam/Hard Rock. O resultado é positivo, o disco é muito bom, porém não chega perto de ser tão bom como o seu antecessor, e melhor cd do TS, Stay Hungry.

O disco tem seus pontos altos na performance dos músicos e em várias músicas como Come Out and Play, You Want What We Got, The Fire Still Burns, Kill or be Killed e King of the Fools. Essa última, aliás, os vocais de Dee Snider me lembram Dio, obviamente nas suas devidas proporções. (Sei que irei enfrentar as cornetas por isso mas foda-se).

Concordo com meu amigo The Magician nos pontos fracos, pule as músicas Leader of the pack e I believe in you e você terá em mãos um ótimo cd.

Em suma esse disco é o feijão com arroz do Glam/Hard Rock. Revezamento de músicas com riffs bons e baladas grudentas, músicos de maquiagem e um monte de gostosas nos shows.


“It's kill or be killed
Rock or let it roll
Kill or be killed
Burn or save your soul”



Venâncio
Com este álbum do TS percebi que minha visão desta banda era pautada apenas em duas músicas... Claro que atribuir uma opinião numa banda embasado apenas em 2 musicas seria desmerecer o resto de sua obra... Neste álbum temos a verdadeira face do TS, aqui temos seu lado menos pop e mais heavymetal, apesar de alguns chamarem de glamrock (muitas subcategorias em minha opinião).

A falta de notoriedade deste talvez se de por não ter continuado na linha do Stay Hungry (pop). Como ponto alto da obra, temos as letras bem elaboradas e ponto baixo temos os arranjos musicais, talvez um pouco mais de agressividade fosse necessário para torná-la mais metal.

Bem, não se trata de uma obra de arte, mas também não chega a ser uma porcaria como algumas bandas que dizem fazer metal. 6 pitus pra eles.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bruce Dickinson - Accident of Birth

O 8º álbum a ser comentado pelos metalcólatras é o Accident of Birth, da carreira solo de Bruce Dickinson, lançado em junho de 1997.




Phantom Lord
Considero o Accident of Birth como um dos bons álbuns de heavy metal que ouvi até a exaustão (graças a uma fita gravada por The Magician há anos atrás).
É difícil falar sobre este cd sem citar o Iron Maiden, pois lembro-me que na época em que foi lançado, muitos conhecidos meus diziam preferir a carreira solo do Bruce, e claro, eu também achei este álbum muito mais interessante do que os lançados pelo Maiden entre os anos de 1995 e 1999. Talvez por este álbum trazer uma sonoridade mais pesada do que os anteriores (Tattooed Millionaire e Balls to Picasso) e similar a do Iron Maiden...
É um pouco complicado escolher as melhores músicas neste álbum, pois praticamente todas são boas, mas posso dizer que minhas favoritas são Freak, Darkside of Aquarius e The Magician. Para encerrar, digo que as menos interessantes são Welcome to the Pit e The Ghost of Cain. Nota 8,5.


The Trooper
3
Um dos melhores álbuns solo do Bruce, fico entre este e The Chemical Wedding. É um trabalho balanceado, dá pra curtir todos os instrumentos e o vocal é incomparável, como sempre. Todas as faixas são muito boas, sendo que a que eu menos gosto é "Man of Sorrows" e não consigo me decidir qual a faixa que eu mais gosto, está entre "Omega", "The Magician" e "Arc of Space". As letras são bem viajantes e alguns trechos de música são nostálgicos para mim (o trecho acústico de "Taking the Queen" me lembra o jogo Diablo), algumas distorções utilizadas e efeitos sonoros também são bem diferentes (como no começo da faixa "Accident of Birth").
Enfim, ótimo trabalho, daqueles que você pode ouvir por muito tempo sem enjoar.

Pirikitus Infernalis


Vamos lá... Accident of Birth é o melhor cd do Bruce em minha opinião, contrariando muitos fanáticos pelo Chemical Wedding. Sim, o Chemical Wedding é muito foda, porém o Accident of Birth é mais legal e versátil, superando os bons Balls to Picasso e Tyranny of Souls, e óbviamente o excelente Chemical Wedding já citado. Outro ponto interessante é que esse álbum veio após o experimental e fraquíssimo, em minha opinião, Skunkworks. Tendo Roy Z e Adrian Smith nas guitarras e utilizando de violinos, violoncelos e pianos, Bruce strikes again! \m/

Freak abre o cd com uma paulera na cabeça, já mostrando o que estará por vir. Toltec 7 Arrival sempre foi uma incógnita pra minha pessoa, porém ela precede a poderosa Starchildren, que segue a fórmula da primeira música. Aqui temos uma raridade, Taking the Queen quebra completamente o que vem se apresentando até então, começando com uma baladinha que conforme a música vai se alternando entre o violão calmo e a guitarra seguida da bateria. Darkside of Aquarius e Road to Hell dispensam comentários, de tão boas continuaram nos set lists até o fim das apresentações solos de Bruce.

Depois de outra porrada temos mais uma baladinha, Man of Sorrows. Tudo nessa música combina e é irritantemente grudento, praticamente impossível mudar de faixa. Chegamos a faixa título botando pra f*der, Accident of Birth é sensacional! A próxima é The Magician que continua arrebentando até chegarmos ao ponto fraco do cd, Welcome to the Pit não consegue segurar o nível das outras músicas sendo considerada apenas como legal.

The Ghost of Cain traz a energia de volta ao cd preparando para o grande final. O disco finaliza com 2 baladinhas, Omega e Arc of Space. Uma melhor que a outra, terminando o cd com chave de ouro. Aqueles que pensaram que um disco desse não poderia finalizar com essas 2 músicas tomaram praticamente um soco na cara. Qualidade incontestável em ambas, tornando Accident of Birth quase em um cd nota 10.


Treebeard
Greetings from the Underworld! Mais uma resenha desta "masterpiece" que é o " Accident of Birth " do ilustríssimo melhor vocalista de heavymetal do mundo, Sr. Bruce Dickinson.

Bem, o CD ja começa retardado na musica "Freak", uma musica pesada, regada a riffs com muita pegada e uma distorção demoníaca! Seguida de " Toltec 7 Arrival", que dá aquele tom de viagem espacial, com sonzinhos doidos e um solinho de guitarra bem tranquilo ao fundo, uma musica ótima para viajar nas idéias e que eu gostaria que durasse mais tempo ehehehehe! De repente, aquela calmaria e viagem é interrompida pela " Star Children " que retoma a pegada heavy do CD. Star Children é uma exceletente música, mas uma das melhores ainda estava por vir... Ela começa suave, violãozinho arranhando de fundo, Bruce Dickinson e seus efeitos de delay na voz, tudo indicaria mais uma balada, porém a musica vai crescendo e se tornando mais agressiva e pesada e é claro com uma frase de efeito que acho foda " They've taken the Queen to some better place, so they think as the flames burns low...", bem, daí em diante já vem uma sequência absurda de musicas boas e absurdamente fodásticas.


Vamos lá, começando a sequencia foda... " Darkside of Aquarius ", gostaria muito de usar um palavrão antes de dizer que esta músicas é FODA! Não tenho nem muitas palavras pra descrever esta musica épica! " Road to Hell "traz o calor do inferno e te ensina o caminho correto para lá, sem dizer que a estrada do inferno é cheia de boas intenções... " Man of Sorrows " é com certeza uma das baladas mais bonitas que já ouvi. O solo dela é de um feeling absurdo! Muitos pensam que guitarristas fodas e considerados "DEUSES" são aqueles que solam absurdamente rápido e sem sentido nenhum, pois pra mim, isto é uma fanfarronice! O melhor guitarrista, precisa sim solar rapido também, MAS, deve mostrar a sua agressividade de uma maneira que possa ser compreendida e que seja marcante. O melhor guitarrista sempre se destacará nos solos com mais feelings e estes geralmente são os solos de musicas lentas, como esta e também citando outros exemplos "Nothing Else Matters", "Tears of The Dragons", etc...

" Accident of Birth " e " The Magician " vão te fazer cantar seus refrões o dia inteiro! Ambas excelentes! A musica título do CD descreve o nascimento de Bruce, sua mãe era muito nova quando engravidou dele e tentou abortar, mas não conseguiu. Portanto o "Acidente do Nascimento" do qual fala a música é a visão de Bruce quando tentavam abortá-lo mas ocorreu um acidente: ele acabou nascendo. (fonte retirada do site Whiplash).
" Welcome to the Pit" e " The Ghost of Cain " (musica que consta somente na versão americana do CD) não me chamaram muita atenção. Não se tornaram tão marcantes dentro desta obra-prima e passaram um pouco desapercebidas por mim.
Encerrando esta maravilha, temos " Omega " e " Arc of Space ", cuja a qual foi uma das primeiras musicas que aprendi a tocar INTEIRA no violão junto com meu grande amigo e companheiro de guitarra, o Sr. The Magician. A musica "Omega" me faz pensar em uma cena como o fim de uma grande batalha ao por do Sol, um dia talvez eu faça algum video de trechos de filmes medievais com esta musica para poder descrever melhor o que penso, mas, tirando esta peculiaridade de minha parte, esta música é mais uma das tantas outras que são absurdas neste CD. Já a "Arc of Space" é o descanso que precisavamos depois de tanta porradaria e guitarras distorcidas.
Nem preciso concluir minha resenha (acho que a mais longa até agora), dizendo que este CD é um marco na carreira de Bruce e sem dúvidas, mais uma lenda do Heavymetal!
Cheers mates \m/

 

Metal Merchant
5

Bom, sem dúvidas o melhor álbum da carreira solo do Bruce Dickinson e eu não poderia expressar o quão bom esse álbum é melhor do que meus camaradas de blog já o fizeram, mas a que custo esse CD é tão bom....a que custo???
Depois do lançamento de “Fear of the dark” pelo Maiden em 1992 foram quase 5 anos de tortura e sofrimento para todos os fãs da banda que foram obrigados a ouvir as maiores atrocidades musicais pelas quais não estavam acostumados, entre elas:
1 – Blaze Bayley – o maior exemplo de pessoa errada no lugar errado, com a voz errada na banda errada
2,3 e 4 – Tatooed Millionaire , Balls to Picasso e Skunkworks – O que foi isso? O Bruce Dickinson não tem mãe? Se tivesse, ela com certeza diria para ele que o que ele estava fazendo estava uma merda...
5 – Virtual XI – Apesar de ter sido lançado após o Accident of Birth ainda é legado da saída do Bruce do Maiden
6 – 1998 – Turnê Virtual XI com abertura do Helloween no Sambódromo do Anhembi – A chuva (temporal) que deu não só atrapalhou o show do Helloween como ajudou o Blaze a atrapalhar ainda mais o Maiden...culpa de quem? Do Bruce, é claro, se ele tivesse ido é capaz que nem tivesse chovido!

O PENTELHO
Bom existem coisas no mundo que não parecem fazer sentido sozinhas. Por exemplo, arroz e feijão. Juntos são uma delícia, porém separados não parecem ter graça. Ledo engano.
Se você misturar um arroz com alguns outros ingredientes fica gostoso, feijão também e, alguns dos ilustríssimos companheiros de blog sabem pois já provaram o famoso feijão com pão da dona Dirce.
Bom Bruce e Iron são mais ou menos assim.
Após ouvir os discos solos do Bruce percebi que esta separação foi bastante frutífera, pelo menos para alguém. Paul Diano e Blaze que me desculpem mais sem o Bruce o Iron não é tão épico não, é mais nome.
Sobre a carreira solo do nosso amigo Historiador/Piloto/Cantor Lvl: 10/15/20 não há muito o que ser dito. Ele conseguiu fazer sucesso sem cantar musicas do Iron Maiden ou cantar músicas cópias de sua banda antecessora.
Se pegarmos o álbum em questão "Accident of Birth" podemos ver a beleza de um trabalho solo de impacto. Claro que existem algumas músicas sem expressão como a segunda música " Toltec 7 arrival", que classifiquei como -WTF- e "Omega", mais no geral temos um álbum muito bem equilibrado e com artifícios épicos.
Se analisarmos as músicas "Accident of Birth" e "The Magician" conseguimos elevar o álbum a um nível muito alto, sem contar "Man of Sorrow", "Road to Hell" e "Arc of Space"que são obras de arte além de outras como "Freak", e "Darkside os aquarius" que compõem muito bem o corpo do album.
Na minha opinião, é um álbum bom que da pra ser ouvido por inteiro e que merece todos os méritos pela sua composição e quando é bom não precisa de muitas delongas.
Eu recomendo.


 
The Magician


Deixar para escrever a resenha depois dos demais Metalcólatras é “preju”, pouca coisa sobrou para comentar.
Bem, vamos lá...
É fundamental lembrar o que o vocalista Bruce Dickinson representa para o mundo do Heavy Metal antes de entrarmos no o que é a sua carreira solo.
Impossível não comparar seus trabalhos individuais com a bagagem de oito CD´s gravados com o Iron Maiden (na ocasião em que teve seu ímpeto solista), depois que mudou o mundo do HM com sua carga vocal incomparável e após influenciar uma geração inteira de cantores roqueiros.
Essa pré-análise serve para esclarecermos o impacto que causou “Accident of Birth” para o cenário Metal, pois após o flerte com as sonoridades alternativas nos seus três primeiros trabalhos solos (enquanto paralelamente se apresentava com o Iron Maiden), Bruce Dickson voltava a fazer o que sabe fazer de melhor.
Aquém desses fatores externos resta o espetacular conteúdo de seu quarto trabalho. “Accident of Birth” foi produzido por Roy Z, que um ano após produzir outra grande obra – Time of the Oath do Helloween – caprichara novamente com Dickinson.
Roy também é guitarrista e responsável pela escrita musical da maioria dos sons (exceção para “Welcome to the Pit” e “Road to Hell” de Adrian Smith), mas se destaca mesmo na criação da estrutura e nos interlúdios do trabalho, que aliás são responsáveis em boa parte por não deixar a peteca do CD cair e manter o ouvinte hipnotizado durante os quase 54 minutos de sonzeiras. (como se escuta na faixa 2, intro da faixa 7 e nas emendas da faixa 4-5 – from hell!!! - e 8-9).
Destaco neste álbum (o que incrivelmente ainda não foi postado!) o altíssimo nível de composição das músicas e a performance de Bruce como intérprete das letras, com certeza a melhor de todas que já ouvi em minha vida de metaleiro em um CD.
Finalizando: Nenhum outro disco conseguiu fazer-me escutá-lo tantas vezes no repeat do Micro system, com destaque para “Dark Side of Aquarius” e principalmente “The Magician”.
Impossível não postar:
“I am the living flame and I teach the holy games
Teach the secret of the dance, throw the future in the runes”
“Kick the sand in Satan’s face, I’ve put Jesus in his place
Shaman or priest, it’s all the same
The magician is my name!”
- Bruce Dickinson / “The Magician” -


Joe The Barbarian

Chegar ao acerto desse álbum após tantos erros era o mínimo que Bruce devia aos fãs, mas enfim, eu estive em um show da turnê do Balls to Picasso, no Olímpia na zona oeste de SP há muito, muito, muito tempo atrás e realmente, foi o show mais lixo que eu ví em toda a minha vida, perdeu até pro Raiumundos (turnê Quero ver o oco!), que lástima, só valeu a passagem de ônibus porque após uma ensurdecedora vaia pedindo para tocar Iron Maiden, ele cedeu e cantou The Number... nem preciso dizer que o auge do show foi tocar um épico de outra banda... seria o mesmo que ir ao show do Metallica e esperar pelo famoso cover de Stone Cold Crazy (Queen), uma lástima! Tudo bem, ele talvez seja o melhor vocalista de heavy metal de todos os tempos? Sim, eu também acho, mas enfim o cocô da Paris Hilton fede igual ao meu, então podemos dizer que o glorioso vocal do Iron Maiden fez muita merda. Okay, chega de meter o pau (ahahahha). Vamos ao tal Accident of Birth (AOB), para quem esperava mais um "pé-na-jaca" do Sr. Bruce, se espantou com um álbum muito bom, sólido e equilibrado, que há muito tempo não se via com origem em uma carreira solo de início desastroso como foi com Bruce D. O álbum varia com algumas baladas o que o torna suave para ouvir inteiro, eu particularmente prefiro assim, álbum só com porrada se não for muito bom enche o saco. A voz de Bruce continua e continuará uma das melhores com certeza, o que permite acompanhar as letras em refrões pagajosos como em Road to Hell e Accident of Birth. O melhor é que o disco mostra o Bruce cantando numa sonoridade diferente da do Iron Maiden e nem por isso pior. Mas ainda acho que poderia ser melhor, para o meu gosto as músicas estão muito mais pesadas e o álbum tinha tudo pra ser totalmente destruidor! Em se tratando de guitarras eu acho que Bruce deveria procurar outros nomes... alguns arranjos são bons, mas poderiam ser melhor, passagens pouco exploradas e solos toscos graças ao Adrian Smith. O que se salva dos intrumentos é o baixo, muito bom, já o baterista, não tenho muito o que dizer dele, anão ser que teve uma oportunidade de fazer um solo monstro em The Ghost of Cain e passou batido numa levadinha rock/funk, enfim, o álbum é ótimo apesar de algumas críticas individuais, mas ao contrário de algums metaleiros desse blog não achei tão bom quanto os clássicos da atual banda do Sr. Dickinson. NOTA: 7,5
Kill, Crush n' Destroy...




Venâncio
O álbum se inicia muito poluído com Freak e assim tenta de limpar nas faixas seguintes só conseguindo em suas faixas finais, que também são o destaque da obra: Omega e Arc of Space

Salvo os pontos de destaque o álbum me lembra muito uma variante sonoramente poluída da ultima obra do Maiden, aqui ja criticado o Final Frontier... 6 pitus e um bombeirinho.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Persuader - The Hunter

O 7º álbum (The Hunter da banda Persuader, lançado no ano 2000)





Phantom Lord
Ouvi dois álbuns desta banda há anos atrás, e nesta última semana ouvi o The Hunter algumas vezes, achei um bom álbum, que me lembra vagamente a banda Blind Guardian. Em algumas músicas o vocal parece um pouco mais forçado, mas nada que realmente incomode, os instrumentos (guitarras e bateria...) frequentemente se encaixam no "estilo metralhadora", bastante rápido... Mas faltou algo neste álbum, talvez músicas que se destacassem. O que posso dizer, é que como um todo, The Hunter não me impressionou. Por um outro lado eu poderia compará-lo com outro álbum do Persuader: When The Eden Burns. Daí eu poderia dizer que The Hunter é realmente bom, pois simplesmente deixa a gritaria desconexa e irritante do.When The Eden Burns no chinelo! Não quero me delongar neste assunto... Nota 6,9


Joe The Barbarian
Bem, vou tentar contribuir com esse blog da melhor forma possível, fazendo comentários sobre os albuns escolhidos, especialmente no que se referir a guitarra e a parte instrumental da porra toda...
Persuader - The Hunter: Bom de início já se percebe que a banda carrega o modelo alemão/sueco ou nórdico das bandas de metal daquela região, eu classificaria como power metal, as guitarras acompanham as linhas vocais com temas não tão criativos como outras bandas do gênero, mas emplacam bem no contexto. Individualmente eu achei os pontos mais fracos os vocais e o baixo, o vocal mais expressivo poderia trazer mais originalidade para a banda e o baixo simplesmente acompanha o ritmo e a guitarra base, sem acrescentar muito. Sobre as guitarras o responsável por esse álbum é Pekka Kiviaho e Magnus Lindbloom, Pekka deixou a banda posteriormente e Lindbloom fora contratado só para a produção desse CD, então não diria que reflete bem o que a banda representa atualmente, mas vale considerar que as guitarras não apresentam nada de revolucionário, o forte dos solos são os arpegios e sweeps, com alguns tappings bem discretos. Destaque para a primera e a sexta faixas que são as mais atraentes. Para finalizar acredito que Persuader não seja uma banda indicada para alguém que procura algo novo ou original no heavy metal, mas até que vai bem no player de bolso misturada aos clássicos de sua preferência. NOTA: 6,5
Kill, Crush n' Destroy...



Treebeard
Hello fellas! Bom, vamos lá! Escutei o CD diversas vezes de ontem para hoje para a chegar a conclusão de que é fraquinho este album. Infelizmente, não tenho base e nem alguma outra referencia desta banda para dizer se este CD é o mais fraco ou um intermediário. O que pude escutar, foi o que nosso amigo Bárbaro citou acima. Vocais bem fraquinhos, linha de baixo sem muita expressão, apenas seguindo riffs da guitarra e guitarrinha padrãozinho de heavymetal. A primeira faixa " Fire at will" achei muito legal e empolgante e a musica tema do CD "The Hunter", também achei muito boa, pois possuí um refrão que gruda na cabeça e incita a violencia. A musica "Secrets" e "Escape" também me pareceram legais, porém nada lá muito absurdo.


Pela quantidade de vezes que escutei e pela intensidade, posso dizer com segurança de que é um CD pouco expressivo e com no máximo 2 ou 3 musiquinhas um pouco marcante. Fico no aguardo para alguma indicação de outro titulo desta banda para poder comentar... Quem sabe no futuro algum outro titulo não entre aqui no blog e cause um impacto diferente do que o album The Hunter.
Cheers mates \m/


Metal Merchant
5

“The Hunter” é o primeiro CD da banda Persuader e logo de cara mostra como Heavy Metal tem que ser: Agressivo, cru e rápido, sem firulas, sem perda de tempo na medida exata para tornar-se um dos melhores CDs da minha coleção. Além disso, dois pontos importantes dão maior destaque a esta obra:


1 - Ahhh.... o infame lado B do Metal...

Nada me agrada mais do que Heavy Metal na sua forma mais pura, sem restrições, sem gravadoras pentelhas, sem Fãs, sem grandes projetos, sem dinheiro, sem medo de errar, sem grandes expectativas e sem nada que possa atrapalhar a verdadeira fonte de criação do Metal que é o coração de cada metaleiro...

Na criação de uma banda tudo é mais “puro”, mais mágico e mais épico, já que tudo o que se faz é pela música, pelo Metal e não para agradar fãs retardados, manter-se “fiel a fórmula” ou porque a gravadora está mandando gravar. Na pior das hipóteses as bandas novas não tem nada a perder, então elas tem o poder de gravar aquilo que elas realmente querem gravar...

Alguns exemplos de “primeiros CDs” que mudaram o mundo como conhecíamos:

- “Kill ‘Em All” – Metallica

- “Legendary Tales” – Rhapsody (of Fire)

- “Ecliptica” – Sonata Arctica

- “Unification” – Iron Savior

- “Angels Cry” – Angra

- “The Metal Opera” – Avantasia

- “Holy Diver” – Dio (esse conta?)

- “Walls of Jericho” – Helloween

- “Battle Hyms” – Manowar

- “Sirens” – Savatage……Entre outros….


2 – A virada do milênio

Pode parecer irrelevante, mas o contexto no ano 2000 era completamente diferente do que em 1990. Olhando para a lista dos 22 CDs mais votados pelos Metalcolatras, se não me engano 3 ou 4 somente são do anos 2000 para cima e NENHUM dos CDs é de uma banda que foi formada depois do começo de 2000.

Disso vem aquela pergunta que todos temem, mas tem rondado nossas mentes por muitos anos...

O Metal está morto?

Bom, de acordo com a lista dos Metalcolatras pode não estar morto, morto, mas está certamente definhando a ponto de ir de encontro a luz logo logo, já que “tudo” de bom que podia ter sido lançado no mundo do Metal já foi...

...é por isso que um lançamento como este CD do Persuader em um mundo amaldiçoado por quase 10 anos de lançamentos profanos como “Load”, “Reaload”, “Garage Inc”, “Risk”, “Jugulator”, “The X Factor”, “Virtual XI”, “Pink Bubbles Go Ape”, entre outros mostra que ainda existe uma pequena resistência a !@#$% que transformaram o nosso mundo na década de 90.


The Trooper
3
Álbum interessante, não é fantástico mas também não é de se jogar fora, é o típico álbum que eu deixaria tocando de fundo quando estivesse enjoado de ouvir os clássicos. Entretanto não gostei dos vocais, nem de como a letra se "encaixa" com a música, a equalização é boa para os instrumentos, mas para os vocais lembra Follow The Blind, do Blind Guardian, aliás o vocalista lembra o Hans Kursch primevo, que eu não aprecio muito, embora em alguns trechos também lembre o vocalista do Iced Earth (Barlow?), o qual eu também não sou muito fã. As letras parecem poesia, e para minha mente simples, uma poesia que não faz sentido algum, tornou o significado delas obscuro, logo, só consegui ler até metade do álbum, depois deixei o som rolando e fui resolver outras coisas. O som em geral, lembra Iced Earth em muitos pontos (o que me agrada), mas não é algo que me deixe fascinado. Para um começo de banda está muito bom, talvez trocando o vocalista melhore (brincadeira, veja o Hans no álbum "Imaginations From The Other Side", se tornou um dos vocalistas indispensáveis do metal), mas em comparação com os 1°s álbuns de bandas citados pelo Mercante, não chega no chinelo de Angra, Dio, Metallica e Manowar.


The Magician

Solos de guitarra bem executados, repentes de cordas bem elaborados, bateria atacada intensamente, bases trabalhadas, fading aways, leadings de baixo distorcido e vocais “nervosos”. Esses componentes acrescidos da contextualização pesada e às vezes soturna são tudo que Heavy Metal deve ter, correto?

Não.

Persuader erra em “The Hunter” no que muitas outras bandas de carreiras instáveis também erram: prioriza o gênero musical antes da música em si. Por vezes durante a execução do disco me surpreendi com um riff novo ou um bridge cantado em coral e pensei comigo: agora vai!

Mas não foi. É como se os componentes que citei no começo do texto fossem utilizados na hora errada. Ou seja, algumas musicas dão a impressão de ser uma espécie de franksteins, com pedaços independentes utilizados na mesma faixa.

Ainda assim seria injusto não analisar Persuader em “The Hunter” no contexto em que a banda se encontra. Até agora tão somente comentamos unanimidades quando nos referimos às bandas citadas no blog, importante lembrar que essas bandas produziram em média mais de dez álbuns cada, consolidando suas carreiras em mais de um trabalho.

A sonoridade tem inspiração em bandas como Blind Guardian e Running Wild o que agrada bastante. Ao compará-la com bandas criadas na mesma época, em meados de 2000, o Persuader não fica atrás.

Em termos gerais The Hunter é um bom álbum e guardada as proporções possui a mesma qualidade que bandas emergentes do Metal atual, como Savage Circus e Dragon Force.

Fica registrado como crítica a falta de uma identidade única dentro de uma mesma melodia, aceitável para uma geração que tem a responsabilidade de dar continuidade e ao mesmo tempo reinventar o consagrado estilo musical que nós, os “metalcólatras” tanto admiramos.


Pirikitus Infernalis


Um Power Metal sueco que têm claras influências de Blind Guardian e Nocturnal Rites, The Hunter é o primeiro cd da banda, um ótimo cd. Esse cd não tem nenhuma música que logo de primeira faz você pensar “Que música do c...”, porém não tem nenhuma música ruim...no máximo você terá que ouvir algumas vezes para constatar que uma ou outra música é realmente legal. The Hunter possui uma trinca de músicas iniciais muito boa: Fire at Will, As you Wish e Cursed (a mais legal das 3 na minha opinião). Já conseguimos destacar o vocalista Jens e o baterista Efraim que é um insano.

No recheio que o cd tem seu ponto mais alto, a faixa título definitivamente é a melhor do cd, seguida da instrumental Secrets e a música que ganhou o prêmio Blind Guardian: Escape(uma música muito boa mesmo!). Heart and Steel segue uma linha um pouco diferente e tem um refrão que me lembra a banda Majesty, uma música muito legal. Para fechar temos as boas músicas ...And There Was Light e My Life For You. Essa última particularmente possui um final que é excepcional, com violões e uma melodia muito agradável.

Como dito anteriormente, esse cd não é uma obra prima, nem mesmo aquele cd de bandas gigantes do metal que de primeira te cativam, porém é um metal muito bem executado por uma banda extremamente competente que em vários momentos chama a sua atenção para alguns pontos.

Ps: Apenas como curiosidade, se você gostou do estilo “Blind Guardian” dessa banda, Jens Carlsson (vocal) e Emil Norberg (guitarra) também participam de uma banda chamada Savage Circus (Originalmente criada pelo ex batera do Blind, Thomas Stauch). Se quiser, confira as músicas Evil Eyes e Between the Devil and the Seas.

“You have been sentenced so run for your life.
A sick addiction, beware The hunter…”


O PENTELHO

Esse review será interessante porque não me recordo de ter ouvido nada de Persuader, portanto, é uma oportunidade gerada pelo blog que me permitirá ampliar meus conhecimentos de banda.
Enfim vamos lá.
O álbum já começa empolgante. Gosto de musicas assim que empolgam, riffs rápidos, guitarras, baixos e bateras trabalhando a mil e o melhor é que tudo isso em "Fire at Will" primeira música.
Quando entramos em "As you Wish" começo a notar que alguns amigos meus estavam certos nas brincadeiras: "O cara tem um vocal parecido com o o do Blind mais Blind é melhor".
Sim o vocal é semelhante ao vocalista do Blind Guardian e , honestamente, eu acho Blind melhor porém não significa que minha primeira impressão de Persuade foi ruim.
Pelo contrário estou ouvindo "Cursed" e até agora foram 3 músicas ouvidas e 3 aprovadas.
Banda boa que eu deveria ter ouvido antes. Tipo ouvir esse cd no trânsito ou em alguma outra situação estafante me deixaria relaxado. É o tipo de som libertador, tira o estresse.
A faixa título "The Hunter" é muito bem feita também, mais de 7 minutos de pura musica boa mistura de guitarras, violões e baixo tudo na quantidade certa e no momento certo. Efeitos e distorções na medida, ta tudo muito bom.
Não tem muito que falar ou destacar. Por ser a primeira vez que escuto eu estou muito satisfeito com o álbum, a banda, as musicas, tudo.
Olha passei a gostar de mais uma banda após ouvir esse álbum.




Venâncio
Apesar de ser redundante com relação a demais comentários deste álbum, reforço sua clara semelhança por analogia à Cavaleiros do Zodíaco.

Belas armaduras com características próprias bem marcantes ainda mais considerando a variedade apresentada, nomes de golpes muito loucos, personagens legais, muito sangue, animação bem feita, inspiração histórica legal... mas o enredo que une tudo isso é uma bosta...

E esse álbum não foge disso, servindo como som ambiente, não algo pra prestar atenção, mas teve uma importante função para mim me obrigando a revisar minha critica do "Angel of Retribution", creio não ter dado a devida atenção a ele, 3 pitus pra ele.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Manowar - Louder Than Hell


O 6º álbum (Louder Than Hell da banda Manowar, lançado em 1996) foi eleito pelos metalcólatras como um dos melhores álbuns de heavy metal.






Julião
Difícil comentar Manowar. Me sinto na tarefa de julgar Deus, mas como julgar algo tão superior ? Brincadeiras ou verdades a parte sejamos diretos: Para não falar que esse CD é uma obra de arte, posso falar que ele seria facilmente uma coletânea, pois se cada música dele estivesse em um CD diferente, elas sozinhas salvariam qualquer CD independente das outras músicas e no final teríamos a "coletânea" Louder Than Hell. Este CD começa de forma fantástica e termina de forma espetacular. Tem duas músicas que se fossem retiradas eu não sentiria falta: os 2 solos.
Este CD deveria ser considerado como um hino ao heavy metal. Uma demonstração pura de amor e dedicação àquilo que os fez chegar onde estão hoje. A sequência Brothers of Metal e The Gods Made Heavy Metal é para qualquer metaleiro, mas qualquer metaleiro mesmo.... mesmo aqueles que não gostam de Manowar, ajoelhar e aplaudir a banda agradecendo a oportunidade de poder ouvir algo tão TRUE ! ! !



Phantom Lord

Deixarei aqui mais uma "opinião parcial" sobre um álbum de heavy metal: Louder Than Hell do Manowar é definitivamente um grande álbum, cheio de peso, velocidade e clichês óbvios de heavy metal.

As palavras "power", "thunder", "heart", "steel" aqui não se tornam tão cansativas, pois parecem se encaixar muito bem nas músicas. Como quase todas músicas são ótimas é difícil escolher os "destaques", eu diria que Outlaw, Return of the Warlord e The Gods Made Heavy Metal são minhas favoritas. Os pontos mais fracos do cd (que ainda são razoáveis) são Courage e a estridente My Spirit Lives On. E apesar do blog estar devagar-quase-parando, tentarei polemizar um pouco, dizendo que Louder Than Hell é tão esmagador (ainda que muito diferente) quanto ...And Justice For All do Metallica. Nota 9,0.




The Trooper

3
Um dos melhores álbuns do Manowar (ainda acho Battle Hymns melhor), mas daí comparar com ...And Justice é "forçar a barra", seria como comparar arroz, feijão e batatas fritas com Strogonoff, pode ser muito bom, mas não dá pra comparar, e embora Julião tenha feito aquela comparação hilária no post sobre o novo álbum do Iron Maiden, a letra de King tem pouco a ver com The Man Who Would Be King, porque Manowar tem pouco a ver com Iron Maiden ou Metallica, não se pode levar Manowar a sério, embora eu ache que a música King realmente seja melhor e que eles são indispensáveis. É uma simples questão de hora, tem hora que é melhor ouvir um tipo de música, tem hora que outro tipo é mais indicado. Por exemplo, eu usaria Outlaw pra "mestrar" Werewolf,the Wildwest, muito boa.
P.S.: Vocês se lembram que eu comentei a letra "bíblica" de War Pigs? Pois é, aqui é o inverso, Power do Manowar pode assustar mamães religiosas :)



Metal Merchant


“In the beginning there was silence and darkness
All across the earth
Then came the wind and a hole in the sky
Thunder and lightning came crashing down
Hit the earth and split the ground
Fire burned high in the sky

From down below fire melted the stone
The ground shook and started to pound

The gods made heavy metal and they saw that is was good
They said to play it louder than Hell
We promised that we would
When losers say it's over with you know that it's a lie
The gods made heavy metal and it's never gonna die
”

Se os Deuses fizeram e depois viram que era bom, quem sou eu para discutir?


O PENTELHO

Bom pra mim a real é: Manowar tem Battle Hymn e só. Não consigo enxergar a glória neles como outros deste blog, mas enfim respeito e estou aqui ouvindo "Louder than Hell".
Assumo que "Return of the Warlord" é muito boa, mas é uma em dez.
Pra mim Manowar é o tipo de banda coletânea. Ce pega umas 15 musicas e monta um cd, escuta e pronto, fica feliz achando que eles são fodas. Mas volto a dizer Battle Hymn e só. Alias minha coletânea seria sei lá Battle Hymn, "Return of the Warlrd" e sei lá, umas 4 musicas ai que seriam escolhidas de acordo com meu humor.
"The gods made Heavy Metal" tem nome pra empolgar e ser a mais foda...e me diz por que então eu não me empolguei e achei ela a mais foda?
Tá ela é legalzinha e tal, mas "Brothers of Metal" parece que empolga mais.
"Courage" é linda... pra se usar em um filme da Disney, pra dormir, pra namorar, pra sei lá mais o que, menos pra se ouvir como Heavy Metal...logo, temos um álbum de metal com 10-1 musicas.
"Number 1" é lenta e sem expressão...o jingle da cerveja nº1 empolga mais. Próxima.
Em "Outlaw" temos Heavy Metal de peso logo no começo da música. Como eu costumo dizer "Ai sim hein”... pensando bem a coletanea teria ela, e a tempo me corrijo dizendo que o album tem 2 musicas boas.
Chegamos à "King". A musica é boa, mas se tirarmos a distorção da guitarra e o vocal metido a macho e substituirmos por Robbie Willians em uma pegada mais pop temos outra musica pra Disney colocar em seus filmes. Talvez até pudesse ter entrado naquele filme do "Rei Leão" que conta a adolescência do Simba antes de ele virar rei... ou do Alladin sei lá...
Agora minha vontade era pegar "Today Is a Good Day to Die", dar um tapa na "cara" dela e dizer "Nunca serão" (no caso nunca será a "Call Of Cthulhu"), mas ai eu seria injusto A musica começa intrigante e se transforma em um instrumental muito bom e na dose certa, digna de um crossover com uma orquestra e tudo mais.Entra na coletânea fácil.
"My Spirits Lives On" deveria ter sido melhor contextualizada e incrementada à "Today Is a Good Day to Die".
Por fim temos "The power" que talvez seja a musica mais ingrata do álbum, pois ela não deveria ficar para o final. Por causa de suas antecessoras ela acaba ficando apagada, quando na verdade é uma musica imponente e que de repente representa Manowar a lá "Battle Hymn". Entra nas 15 mais do meu CD rs.
Enfim, a análise é essa e acredito que eu seja o único talvez a discordar quando digo que na boa, esse álbum não tem nada de mais com exceção de uma ou outra música. Mais uma vez reforço, Manowar é uma ótima banda de coletânea.


Treebeard
Album bacaninha, com algumas musiquinhas marcantes, porém, sou da mesma opinião que O Pentelho, Manowar é banda pra juntar algumas musicas e fazer um CD ou dois para escutar o que há de melhor. A musica que mais achei legal e bem trabalhada foi a " Today is a Good Day to Die ", já a musica " My Spirit Lives On ", não passa de uma punhetação sem sentido de guitarra. O fato de eu ter gostado mais da musica instrumental, foi justamente por ser o unico momento que o Eric Adams não fala de: power, steel, sacred, holly, dragon, sword, fight, die, kill, suck, fuck e etcs...
Falando agora das musicas cantadas, eu gostei muito das, "Courage", "The Power", "Gods made heavymetal" e "King". Darei um destaque especial a musica Power que é um atropelo de musica... Muito rapida, intensa, porrada e te faz ter vontade de abrir uma roda e socar tudo a sua volta. Esta musica é uma das mais épicas do CD!
Cheers Mates \m/



The Magician

Aviso: Esta será a mais extensa de minhas resenhas.
Antes de tudo é importante esclarecer o porquê CD’s do Manowar sempre serão polêmicos objetos de comparação com Metallica ou Iron Maiden no espaço dos “Metalcolatras”.
O que precedeu a criação, e ainda continua sendo discutido nos bastidores deste blog com o intuito de analisar obras do Rock ou Heavy-Metal, foi justamente uma discussão um tanto acalorada que comparava Iron, Metallica e Manowar, as três bandas favoritas dos membros criadores. Dizem que fico muito “em cima do muro”, já vou descendo e afirmando: Metallica coloca Manowar no bolso!
De qualquer modo o tema aqui é Manowar – Louder Than Hell, quase unanimidade entre todos os Metalcolatras, e que em minha opinião é um dos melhores lançamentos musicais que a raça humana pôde desfrutar na sua história.
A começar pelo trabalho visual do CD. O encarte sempre me trouxe automaticamente à mente a imagem de Conan – o Bárbaro.
Mas pensando bem não é apenas visualmente que existe a semelhança. A temática da banda e a do personagem é a mesma: Sangue, metal, bebedeira desenfreada, meretrizes, magia, batalhas e temas medievais em geral. Eu diria que se Conan tivesse que escolher uma banda, essa seria Manowar.
Sobre a sonoridade:
Eric Adams, que é o Front-man da banda e se destaca com seu vocal teatral neste trabalho, mas não aparece nos créditos de criação do álbum; todos eles são atribuídos ao Joe DeMaio e Karl Logan. E de fato as congratulações por Louder Than Hell devem ser direcionadas a De Maio, responsável por executar o contra baixo e os teclados - o musico por trás da banda.
Antes que se aborde cada um dos sons do LtH é fundamental que se comente o trabalho como um todo. A divisão rítmica do CD é alternada, algumas faixas priorizam a aceleração, com cavalgadas ágeis e às vezes com marcação do tipo “britadeira” (palhetadas alternadas-contínuas em alta velocidade); e outras valorizam o peso das distorções, com riffs e refrãos de batida única em Powerchords.
Entretanto uma das marcas do Heavy e Rock pesado em geral é a tonalidade empregada. A nota MI é o tom mais grave dos instrumentos de cordas em uma banda quando afinados em uma ressonância natural, e pelo simples motivo de sons graves serem percebidos pelo cérebro humano como sons assustadores ou ameaçadores esse é o tom normalmente escutado no gênero.
Mas realmente o time campeão da nota MI é Manowar, vide “Louder than Hell”, ou melhor, ouça. Quando a música começa em tons mais altos, logo eles regridem para MI. A meu ver esta evolução é proposital e é utilizada pelo empenho da banda em manter todas as faixas em um mesmo tema, cravando uma característica única a todo disco. Ideia que deve morrer junto com a decadência da indústria fonológica dos CD’s.
Desmembrando Louder than Hell encontramos um começo estrondoso: “Return of Warlord”, “Brothers of Metal” e “The Gods made Heavy Metal”; a seqüência citada só pode ser comparada com as três primeiras músicas de Tunes of War - (Grave Digger 1996), sem considerar The Brave, quanto à energia e empolgação. Sendo que a grande verdade nos é revelada nas letras de “The Gods made Heavy Metal”, o pagode, funk e afins são gêneros dos infernos!
Courage, a quarta faixa, fez com que eu muitos anos atrás após uma longa resistência enfim aceitasse a idéia de teclados e pianos no meio do Metal... marcou.
Outlaw e (adiantando) The Power são cacetadas tão absurdas e bem feitas que por si só já levariam CD´s completos nas costas, mas o Manowar não poupou, lançou as duas no mesmo trabalho.
Acho King a faixa mais fraca (urgh!), é bem difícil dizer assim..., corrigindo: é a faixa menos boa do álbum embora seja a faixa que Eric atinge o ápice de sua performance em LtH.
To Day is a Good Day to Die…………………………. sem comentários. Se eu conseguisse mencionar o tanto de vezes que eu já viajei nesse som; em suma: espero que seja o som de fundo no dia que eu bater as botas e me receberem do outro lado. Tenho a impressão que não usei o termo “Épico” ainda em minhas resenhas para classificar uma música.
Essa “sinfonia” que é To Day is a Good Day to Die, com a sua conclusão - My Spirit Lives on – é ÉPICA!
Sem mais delongas! Se o Manowar se preocupasse somente com a música, como fez em seu oitavo álbum – Louder Than Hell – seria uma das três maiores bandas de Heavy do mundo!!!!

Venâncio
Um dos dois únicos álbuns a rivalizar com o Tunes Of War do Digger... simplesmente uma pauleira sem igual, empolgante, rápido, emocionante... sem palavras.
Sempre que o escuto me lembro da primeira musica que escutei dele The Gods Made Heavy Metal em meados de 99 quando minha mãe me levava para a faculdade, por incrível que pareça devia ser por volta das 18:30 e começou a tocar na extinta 89... na época num conhecia muito de metal logo tive de requisitar ajuda para o Merchant que prontamente me informou a origem de tal melodia e me emprestou o CD que me senti forçado a copiar... Não há muito mais a dizer 9 pitus.

Curiosidade: Comecei a escrever o texto supra as 22 +- de 25/10/10 ao mesmo tempo em que leio One Piece, bem enquanto chove lá fora, e leio a respeito das aventuras de Luffy em meio a uma tempestade começo a escutar Today Is A Good Day To Die...


Joe The Barbarian

MANOWAR!!! Sim isso é que é Heavy Metal da nata!!! Não só traduzem os principíos da cultura metaleira, mas levam muito a sério o estilo de vida do metaleiro, fazendo apologia, inclusive, do combate aos "posers", embora muitas vezes eles sejam os próprios posers dentro do estilo, fazendo caretas e poses nas fotos e nos shows. Tocar alto e pesado! Essa é a regra do Manowar, os músicos não são assim virtuosos, mas conseguem extrair muito sangue e força dos instrumentos, sem falar no vocal de Eric, que dos vocais tipo "barking" é na minha opnião o melhor de todos, sem sombra de dúvidas, especialmente no que se refere ao fôlego do menino nas apresentações ao vivo, indico o vídeo da música "Hail and Kill" gravado em São Paulo.
Falando mais própriamente do LTH é uma obra de arte... músicas como Brothers of Metal fazem você querer levantar da cadeira e distribuir porrada, muitas outras pauladas épicas no álbum, inclusive as instrumentais, com momentos de alucinação dos músicos, mas a guitarra estridente de Karl vem como um tapa no ouvido, acordando o ouvinte do transe para mais uma sequência de porradas na música "Power", para muitos só mais um guitarrista punheteiro, mas eu discordo, acho que ele consegue extrair muitos licks e riffs excelentes dentro da proposta de sonoridade da banda que é bem crua e rústica, se comparada com as tendências melódicas que o estilo (power metal) foi tomando nos últimos anos. O baixo por conta de Joey sempre rápido e acompanhando os latidos de Eric, as linhas de baixo muito bem sólidas e presentes em todas as faixas. Bateria sem muita firula, mas com uma pegada própria do Manowar. Os pontos altos são com certezas os refrões e as passagens em coro, dão um toque "épico" ao som e tornam explícitos os jargões do Heavy Metal, como: POWER, THUNDER, KING, KILL, BLOOD, WIND, SKY, FIGHT e etc.. enfim, Manowar é Heavy Metal puro e chega a ser até mesmo ingênuo, não aquela ingenuidade da falta de experiência, mas sim daquela que nos faz acreditar que morrer com uma espada nas mãos, banhada no sangue de seus inimigos, pela honra do seu rei, pela glória da vitória e pela sede de conquista é, sem sombra de dúvidas, o caminho mais próspero para adentrar os portões de Valhalla e, se lá ao chegar, não souberes a resposta ao enigma do aço, não poderás entrar e ficarás condenado a assombrar a vida dos mortais.
Nas palavras do mestre: Aquilo que não te mata, o torna mais forte...
NOTA: 9.5
Kill, Crush n' Destroy...


Pirika

Louder Than Hell é considerado por muitos como o melhor cd da banda, o único com potencial para disputar o posto de melhor com o Battle Hyms, eu acho que o que irá definir como o melhor será o gosto do ouvindo já que no Battle Hyms o Manowar ainda tinha uma pegada mais rock 'n roll enquanto aqui o estilo Manowar NWBOHM com letras épicas já está bem consolidado.

O que ouvimos aqui é a mais alta qualidade do Heavy Metal Tradicional sem por nem tirar, a única música passável desse cd é My Spirit Lives On pq aquele esmirilhado no final é totalmente desnecessário, tirando isso todas as músicas são ótimas com a tríade inicial sendo totalmente necessária para todo e qualquer metaleiro.

Eu creio que essa resenha teria sido um pouco diferente se fosse escrita a época do post com um certo fanatismo irracional pesando porém mesmo 10 anos depois a opinião final continua imutável e assim perdurará eternamente, uma obra prima do Metal na sua essência.


Top 3: Return of the Warlord, Brothers of Metal Pt. 1 e The Gods Made Heavy Metal. Shame Pit: My Spirit Lives On.

Nota: 8,4

"We are the true believers, its our turn to show the world,
in the fire of heavy metal we were burnt.
It's more than our religion, it's the only way to live,
but the enemies of metal we can't forgive."